Casa da Cultura - Clube Figueiroense

Albergando mais de um século de existência enquanto espaço de confraternização e de preservação de algumas manifestações concelhias, o Clube Figueiroense - Casa da Cultura é o espaço cultural por excelência de Figueiró dos Vinhos.


Os Estatutos da Sociedade Recreativa Figueiroense foram aprovados em 18 de abril de 1897, tendo tido como iniciadores: Joaquim Fernandes Lopes, António Henriques Pereira Baetta e Vasconcellos, Abílio Simões de Abreu, Eduardo Júlio Frazão e Avelino da Rocha Souza de Figueiredo. Denominado “Clube Figueiroense”, era destinado à cultura e recreio dos seus sócios, pelo que, além de sala de teatro, possuía uma biblioteca, sala de bilhar e sala de jogo. Na sua decoração, hoje perdida, ao estilo do Romantismo, para além dos estuques e dos pormenores decorativos e de mobiliário, distinguia-se a da sala do bilhar, com pinturas murais representando damasco vermelho.


No início do século XX, rivalizava com a “Associação Comercial Figueiroense”, que seguia os mesmos padrões associativos.
Construído pelo engenheiro alvaiazerense Francisco Magno Adrião Lagoa, foi o primeiro edifício da vila a ser iluminado a candeeiros de acetilene. Os dois escultores Simões de Almeida (Tio e Sobrinho) ofereceram obras suas para fazerem parte do seu recheio e o pintor José Malhoa ofereceu um “pano de boca” para o palco pintado pelo cenógrafo Machado.
Desempenhou papel importante como veículo cultural, até meio do século XX, tendo-se celebrizado pelas muitas vezes em simultâneo com outras associações, como a Associação Comercial e a Associação Operária.

 

Auditório - sala de conferências, sala de cinema, sala de teatro e como palco para a realização de espectáculos musicais e teatrais.


Sala polivalente – exposições temporárias de pintura, escultura, fotografia, desenho, banda desenhada e artesanato.

 

 

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