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Madre de Deus - Situado junto à Capela da Nossa Senhora Madre de Deus, permite observar com pormenor a riqueza patrimonial do Centro Histórico da Vila de Figueiró dos Vinhos, oferecendo ainda a possibilidade de um olhar panorâmico de toda a Vila e de concelhos limítrofes.
Torre da Cadeia - Situado no Centro Histórico, permite observar todo o casario que constitui o Núcleo Urbano da Vila, bem como alguns aglomerados circundantes no qual se destacam alguns edifícios, como a Igreja Matriz e o Convento do Carmo, e os plátanos do Ramal.
Fragas de S. Simão - Neste local é possível observar a beleza rude, a harmonia e os tons, cores e expressões, resultantes da fusão dos elementos da paisagem, das imensas Fragas, do casario do Casal de S. Simão e do vale da Pena, por onde correm as águas da Ribeira de Alge.
Aldeia de Ana de Aviz – Miradouro da Ermida de Nª Sr.ª da Penha de França - Daqui se pode observar todo o casario e o extenso vale que dá forma à Aldeia Ana de Aviz.
Cabeço do Peão - Subindo ao Cabeço do Peão, a 539 metros, pode-se observar um extenso panorama... é possível ver o recorte caprichoso das serranias das Serras da Gardunha, da Estrela, de Muradal, de Vila de Rei e da Lousã. É todo um imenso horizonte aquele que se pode alcançar com um simples olhar.
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Inaugurado em 1930 pela Comissão de Iniciativa, presidida pelo Dr. Manuel Simões Barreiros, o Jardim Parque de Figueiró dos Vinhos foi projetado e iniciada a sua construção no final do século XIX. O terreno para a sua implantação foi doado por Joaquim Lopes de Paiva (1853-1941), que o possuía junto à sua residência na vila. A doação foi feita já com os plátanos recém-plantados e que ladeiam a Avenida Padre Diogo de Vasconcelos.
A Comissão de Iniciativa constituída pelo Dr. José Martinho Simões, Dr. Manuel Simões Barreiros, Prof. João António Semedo, Tenente Carlos Rodrigues Manata e José Manuel Godinho, obteve do governo a elevação a Estância de Turismo da vila de Figueiró dos Vinhos, em 1928.
O traçado e a estética do Jardim Parque decorrem do Romantismo, na criação de espaços comuns de sociabilidade, dentro do espírito do Liberalismo oitocentista. Os arbustos recortados com formas diversas (Topiaria) foram sempre uma das caraterísticas deste conjunto, arte em que o Jardineiro José Francisco Simões Júnior (1910-1997) foi mestre.
Durante a Feira de São Pantaleão, passou a ser palco anual das “Festas do Parque”.
Em 1998, foi premiado com a Medalha de Prata no “Concurso Europeu de Cidades e Vilas Floridas”.
Aproveitando as excelentes condições naturais para a prática da escalada em rocha quartzítica, existem duas zonas dedicadas a esta prática: as Fragas de S. Simão e as Fragas do Cercal.
As Fragas do Cercal dispõem de 37 vias equipadas, em 5 setores, em que as dificuldades variam entre IV e 7a+, com uma altura média de 18 metros ( altura máxima: 30 metros), no que muitos dizem ser dos sítios mais agradáveis para escalar na Região Centro.
Na zona da Praia Fluvial das Fragas de S. Simão têm 2 vias de escalada clássica e 3 vias de escalada desportiva, com cerca de 75 metros de altura, com 3, 4 e 5 lanços por via, em que a dificuldade vaira entre IV e 6b+.

Faça A Grande Rota Do Zêzere - "O Regresso Da Serenidade"
Rota multimodal, os seus 370 Km de extensão podem ser feitos a pé, de bicicleta ou de kayak. Percorre 13 concelhos: Manteigas, Covilhã, Guarda, Fundão, Pampilhosa da Serra, Vila de Rei, Oleiros, Sertã, Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Ferreira do Zêzere, Abrantes e Constância.
“Entra” no concelho de Figueiró dos Vinhos, na zona da Barragem da Bouçã, proveniente de Pedrogão Grande, num trajeto com cerca de 15 km´s e passa sucessivamente pela zona da Ribeira da Prudência, Cova da Eira, Foz de Alge, Ribeira do Brás e Casalinho de Santana, passando de seguida para o concelho de Ferreira do Zêzere.
Paisagens deslumbrantes, o contacto com a natureza e a vida das aldeias, impõem-se nas 4/5 etapas que percorrem. Na Foz de Alge encontrará uma estação intermodal que permitirá alternar entre locomoção pedestre, BTT ou canoagem.

"Toda a extensão da GRZ pode ser efetuada a pé ou de BTT, mas só alguns troços podem ser feitos de canoa - uns em águas bravas provocadas pelos declives e pelo perfil do próprio rio, e outros em águas calmas, já sob a influência das albufeiras das barragens.
A rota divide-se em nove unidades coerentes, que refletem as características do rio e da sua envolvente. Cada uma destas unidades agrega várias etapas, entendidas como o percurso entre dois painéis informativos."
1. O SELVAGEM INÍCIO | 30,1 Km
2. IRRIGANDO A COVA DA BEIRA | 55,7 km
3.TERRA MINEIRA | 21,9 km
4. MEANDROS | 23,1 km
5. SOB O SIGNO DO CABRIL | 62 km
6. SÓ TU E O RIO | 22,9 km
7. O REGRESSO DA SERENIDADE | 28,4 km
- Bouçã - Prudência
- Prudência - Foz de Alge
- Foz de Alge - Área de Descanso de Valbom
- Área de Descanso de Valbom - Dornes
- Dornes - Área de Descanso do Vale Serrão
8. BRAÇOS DO RIO | 71,4 km
9. A CAMINHO DO TEJO | 54,7 km
- GRZ Google Earth.kmz
- Regua Geral GRZ.pdf
- Mapa GRZ.pdf
- Percurso Total BTT com Variantes.gpx
- Percurso Total Pedestre com Variantes.gpx
- Canoagem Estações Intermodais + Pontos Acesso Rio.gpx
- Painéis Informativos_Áreas Descanso_Leitores Paisagem.gpx
Fonte:
https://aldeiasdoxisto.pt/artigo/4396
https://aldeiasdoxisto.pt/artigo/4397

A tradição doceira, cujo receituário pode ter nascido nos Conventos de Nossa Senhora da Consolação e Nossa Senhora do Carmo, de onde se destaca o pão-de-ló de Figueiró dos Vinhos e as castanhas doces, foi mantida pela Confeitaria Santa Luzia, cujos segredos têm sido mantidos até aos presentes dias.




Originária do século XIII sob a evocação de Santa Maria, surge no século XIV com a designação de S. João Batista. Foi reconstruída nos séculos XVI e XVII, possuindo características arquitetónicas semelhantes a outras igrejas da região.
No seu interior destaca-se o altar-mor, de talha dourada estilo D. João V, a tela “O Batismo de Cristo”, do pintor José Malhoa, e os painéis de azulejos, de Teotónio dos Santos, datados de 1716, representando cenas da vida de S. João Batista.
No corpo da Igreja é ainda possível admirar uma imagem da Santíssima Trindade de finais do século XV, a imagem do Senhor dos Aflitos de autoria do mestre Simões de Almeida (Tio), assim como pinturas dos séculos XVI a XVIII, e uma arca tumular onde repousam Rui Vasques Ribeiro e Dona Violante de Sousa, senhores de Figueiró e Pedrógão, entre muitas outras obras de arte.
A igreja sofreu obras de remodelação entre 1898 e 1904, sob a direção do arquiteto Luiz Ernesto Reynaud, contratado pelo escultor Simões de Almeida (Tio) e a convite do pintor José Malhoa, tendo sido reformulada a fachada, com exceção do pórtico, da Renascença.
Nessa época foi constituído um grupo de benfeitores, integrando várias personalidades, entre as quais: Prior Diogo Pereira Baetta e Vasconcellos, Dr. Manuel Pereira Baetta e Vasconcellos, José Manuel Godinho, Joaquim d’Araújo Lacerda, António d’Azevedo Lopes Serra, Custódio José da Costa Guimarães, Joaquim Fernandes Lopes, João Lopes de Paiva e Silva e Manuel Quaresma d’Oliveira.