Figueiró dos Vinhos

Figueiró dos Vinhos (9)

 
Espaço Cidadão de Figueiró dos Vinhos

O Espaço do Cidadão de Figueiró dos Vinhos encontra-se a funcionar na Praceta do Cidadão, junto ao terminal rodoviário, sob a responsabilidade do Município de Figueiró dos Vinhos em articulação com a AMA – Agência para a Modernização Administrativa, tendo sido inaugurado em 23 de junho de 2016 pela Secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso, e pelo Presidente da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, Jorge Abreu.

Trata-se da concretização de uma iniciativa no âmbito do Programa Aproximar, apoiada no âmbito do QREN através do Programa COMPETE que concretiza uma estratégia global de aproximação dos serviços aos cidadãos, possibilitando um acesso mais simples a serviços de que o cidadão necessita e que numa lógica de proximidade, apoio assistido presencial e centralização num mesmo espaço, constitui uma vantagem para os utilizadores, evitando deslocações e outros constrangimentos adicionais.

Alterar a morada da Carta de Condução, pedir certidões de registo civil, predial ou comercial, ou requerer Pensão de Sobrevivência, são exemplos de serviços prestados no local, devidamente apoiados por recursos humanos do Município de Figueiró dos Vinhos.

O Espaço do Cidadão de Figueiró dos Vinhos está aberto de segunda a sexta-feira, entre as 9h00 e as 16h30, com o contacto telefónico 916892008 e de e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Consulte os serviços disponíveis aqui 

 

Informação Útil - Revalidação de Carta de Condução

Para a revalidação aos 50 anos já não é necessário o atestado médico

Informa-se que para efeitos de revalidação de cartas de condução do grupo 1 aos 50 anos, deixou de ser necessária apresentação de atestado médico conforme estabelece o n.º 4 do Art.º 17.º do RHLC (Regime da Habilitação Legal para Conduzir), com a redação conferida pelo DL nº 40 de 29 de julho de 2016.

 

Horário de Funcionamento:

Todos os dias úteis das 09:00h às 12:30h e das 13:30h às 16:30h

 

Contactos: 

Espaço do Cidadão de Figueiró dos Vinhos
Praceta do Cidadão
3260-412 Figueiró dos Vinhos
Telef.: 916892008 
E-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Coodenadas GPS: 39.90199, -8.27513 

 

 

 

 BUPi - Balcão Único do Prédio no Município de Figueiró dos Vinhos

Espaço Cidadão min

O BUPi é uma plataforma que surge com o intuito de conhecer o território português de forma simples e inovadora, possibilitando a identificação dos proprietários das áreas em risco de incêndio e a prevenção da incidência de fogos em defesa do meio ambiente, dos bens, e acima de tudo, da vida.

O BUPi encontra-se em funcionamento, desde 3 de março de 2020, no edifício do Espaço do Cidadão de Figueiró dos Vinhos.


BUPi Figueiró dos Vinhos
Espaço do Cidadão de Figueiró dos Vinhos
Praceta do Cidadão
3260-412 Figueiró dos Vinhos
Telefone: 915 771 946
URL: http://bupi.gov.pt/

Horário de Funcionamento

Segunda a Sexta-feira : 9h00 - 13h00 | 14h00 - 17h00

 

 

 

barra ICNF

 

A zona de ocupação humana mais antiga de Figueiró dos Vinhos terá sido um povoado pré-romano, no local denominado “O Castelo”, cujo topónimo indicia a preexistência de um castro, numa colina elevada de onde se avista a vila e grande parte do território circundante.

Em 1135, fazia parte da Herdade do Pedrogão, concedida por Afonso Henriques, enquanto portugalensium prínceps a Uzbert et Monioni Martíniz et Fernando Martíniz. Em 1200, D. Sancho I doou a seu irmão e alferes-mor do Reino, D. Pedro Afonso, o Reguengo de Monsalude, território onde foram depois fundados os concelhos de Arega, Figueiró e Pedrógão. D. Pedro Afonso concedeu Carta de Foral a Figueiró no ano de 1204. Em 1514, D. Manuel I outorgou-lhe Foral Novo, já com o nome Figueiró dos Vinhos.

O núcleo quinhentista desenha-se entre o “cimo da vila” e o Largo Principal. É este conjunto que constitui o Centro Histórico de Figueiró dos Vinhos e onde se mantém algum do tipicismo original da arquitetura quinhentista, visível na traça dos edifícios e nos umbrais graníticos das portas e janelas. Nos séculos XIX e XX, conheceu grandes mudanças arquitetónicas e urbanísticas, na sua zona menos elevada e sem que o núcleo original se alterasse. Foi no séc. XX que Figueiró dos Vinhos foi elevada a Estância de Turismo, que se executou o jardim parque municipal, construção da hidroelétrica da Lapa da Moura e a inauguração da luz elétrica, bem como a inauguração do novo hospital da Misericórdia e da Escola secundária Municipal e do Busto de Malhoa.


Aguda

A ocupação histórica do que hoje é o território de Aguda remonta ao tempo dos romanos, havendo indícios da existência de uma villae perto da povoação do Olival. Também os árabes povoaram esta zona, como se comprova pelo topónimo Almofala, palavra mourisca que significa acampamento.

Em 1209 D. Sancho I fez doação da Herdade de Almofala a Dª Maria Pais Ribeiro, confirmada por D. Afonso II em 1216. D. Manuel, em 1514, confirmou-lhe foral, dando-lhe título de vila. Formou, juntamente com Chão de Couce, Avelar, Pousaflores e Maçãs de Dona Maria, a Comarca das “Cinco Vilas”. Somente em 1855, por decreto de D. Pedro V, passou a integrar o Concelho de Figueiró dos Vinhos.


Arega

Território de ocupação antiquíssimo, teve a sua carta de Foral atribuída em 1201, por D. Pedro Afonso. Filipe II de Espanha doou o seu território a D. Francisco de Melo, Marquês de Ferreira, primeiro Duque do Cadaval. Com a reforma administrativa de Mouzinho da Silveira, passou a englobar o Concelho de Maçãs de Dona Maria, tendo sido somente em 1855 que passou a integrar o Concelho de Figueiró dos Vinhos.


Campelo

Campelo pertenceu, desde os tempos de D. Sancho I, ao Concelho de Miranda do Corvo.

Terá sido no lugar de Casal da Ponte que, no início do séc. XVII, foi escolhido para sede da paróquia de Alge. Nesse sítio já existia uma antiga capela e cemitério, onde hoje situa-se a igreja da freguesia. A partir de 1630, por influência de Frei Gaspar de Campelo, mestre dos noviços carmelitas, junto dos Condes de Miranda do Corvo, conseguiu iniciar a construção de uma igreja, sobre os penhascos da capela do Casal da Ponte. A nova igreja foi benzida por Frei Gaspar, que ofereceu a imagem de Nossa Senhora da Graça, que passou a ser a padroeira da freguesia. A terra passou-se a chamar campelo em homenagem Frei Gaspar. Integrou o Concelho de Figueiró dos Vinhos a partir de 1805.


União de Freguesias de Figueiró dos Vinhos e Bairradas

Constituída em 2013, no âmbito da reforma administrativa nacional, agregou as antigas freguesias de Figueiró dos Vinhos e Bairradas.

Tendo pertencido sempre à freguesia de Figueiró dos Vinhos, apenas em 1985 as Bairradas foram elevadas à categoria de freguesia, voltando a agregar-se a Figueiró dos Vinhos em 2013. O seu nome advém da palavra mourisca barrio, que significa “terreno inculto e despovoado, mas tem condições necessárias à sua reconversão”. Também o nome Marvila indicia que tenha sido o primeiro lugar desta freguesia.

Independentemente do local de origem, chegar a Figueiró dos Vinhos é simples. A ligação às principais vias rodoviárias permite uma proximidade entre vários pontos do país. O IC8 e a A13, a A1 são alguns dos caminhos que o poderão fazer chegar a Figueiró dos Vinhos.


De Carro 

De Norte e de Sul - a A1 (Autoestrada do Norte) sair na saída 10 de Pombal na direção de Castelo Branco pelo IC8. Passados 40km, sair na indicação Figueiró dos Vinhos. Seguir a sinalização.

De Espanha (A25 > A23) - a A23 (Autoestrada da Beira Interior) sair na saída 18 em direção a Pombal pelo IC8. Ao fim de 74km, sair na indicação Figueiró dos Vinhos.

Legenda
EN – Estrada Nacional
AE – Auto-estrada
IP – Itinerários Principais
IC – Itinerários Complementares


De Autocarro

Poderá consultar os horários das ligações em autocarro para Figueiró dos Vinhos na seguinte transportadora: Rede Expressos. Para mais informações acerca dos expressos e respetivos horários consulte o site www.rede-expressos.pt.


De Comboio

A cerca de 42 km, a estação de Pombal é a mais próxima de Figueiró dos Vinhos. Consulte os horários da CP na seguinte ligação: www.cp.pt

Na página da operadora de transportes públicos Transdev poderá encontrar a melhor alternativa para efetuar a ligação Pombal / Figueiró dos Vinhos.

 

A zona de ocupação humana mais antiga de Figueiró dos Vinhos terá sido um povoado pré-romano, no local denominado “O Castelo”, cujo topónimo indicia a preexistência de um castro, numa colina elevada de onde se avista a vila e grande parte do território circundante.

Em 1135, fazia parte da Herdade do Pedrogão, concedida por Afonso Henriques, enquanto portugalensium prínceps a Uzbert et Monioni Martíniz et Fernando Martíniz. Em 1200, D. Sancho I doou a seu irmão e alferes-mor do Reino, D. Pedro Afonso, o Reguengo de Monsalude, território onde foram depois fundados os concelhos de Arega, Figueiró e Pedrógão. D. Pedro Afonso concedeu Carta de Foral a Figueiró no ano de 1204. Em 1514, D. Manuel I outorgou-lhe Foral Novo, já com o nome Figueiró dos Vinhos.

O núcleo quinhentista desenha-se entre o “cimo da vila” e o Largo Principal. É este conjunto que constitui o Centro Histórico de Figueiró dos Vinhos e onde se mantém algum do tipicismo original da arquitetura quinhentista, visível na traça dos edifícios e nos umbrais graníticos das portas e janelas. Nos séculos XIX e XX, conheceu grandes mudanças arquitetónicas e urbanísticas, na sua zona menos elevada e sem que o núcleo original se alterasse. Foi no séc. XX que Figueiró dos Vinhos foi elevada a Estância de Turismo, que se executou o jardim parque municipal, construção da hidroelétrica da Lapa da Moura e a inauguração da luz elétrica, bem como a inauguração do novo hospital da Misericórdia e da Escola secundária Municipal e do Busto de Malhoa.

Aguda

A ocupação histórica do que hoje é o território de Aguda remonta ao tempo dos romanos, havendo indícios da existência de uma villae perto da povoação do Olival. Também os árabes povoaram esta zona, como se comprova pelo topónimo Almofala, palavra mourisca que significa acampamento.

Em 1209 D. Sancho I fez doação da Herdade de Almofala a Dª Maria Pais Ribeiro, confirmada por D. Afonso II em 1216. D. Manuel, em 1514, confirmou-lhe foral, dando-lhe título de vila. Formou, juntamente com Chão de Couce, Avelar, Pousaflores e Maçãs de Dona Maria, a Comarca das “Cinco Vilas”. Somente em 1855, por decreto de D. Pedro V, passou a integrar o Concelho de Figueiró dos Vinhos.

Arega

Território de ocupação antiquíssimo, teve a sua carta de Foral atribuída em 1201, por D. Pedro Afonso. Filipe II de Espanha doou o seu território a D. Francisco de Melo, Marquês de Ferreira, primeiro Duque do Cadaval. Com a reforma administrativa de Mouzinho da Silveira, passou a englobar o Concelho de Maçãs de Dona Maria, tendo sido somente em 1855 que passou a integrar o Concelho de Figueiró dos Vinhos.

Campelo

Campelo pertenceu, desde os tempos de D. Sancho I, ao Concelho de Miranda do Corvo.

Terá sido no lugar de Casal da Ponte que, no início do séc. XVII, foi escolhido para sede da paróquia de Alge. Nesse sítio já existia uma antiga capela e cemitério, onde hoje situa-se a igreja da freguesia. A partir de 1630, por influência de Frei Gaspar de Campelo, mestre dos noviços carmelitas, junto dos Condes de Miranda do Corvo, conseguiu iniciar a construção de uma igreja, sobre os penhascos da capela do Casal da Ponte. A nova igreja foi benzida por Frei Gaspar, que ofereceu a imagem de Nossa Senhora da Graça, que passou a ser a padroeira da freguesia. A terra passou-se a chamar campelo em homenagem Frei Gaspar. Integrou o Concelho de Figueiró dos Vinhos a partir de 1805.

União de Freguesias de Figueiró dos Vinhos e Bairradas

Constituída em 2013, no âmbito da reforma administrativa nacional, agregou as antigas freguesias de Figueiró dos Vinhos e Bairradas.

Tendo pertencido sempre à freguesia de Figueiró dos Vinhos, apenas em 1985 as Bairradas foram elevadas à categoria de freguesia, voltando a agregar-se a Figueiró dos Vinhos em 2013. O seu nome advém da palavra mourisca barrio, que significa “terreno inculto e despovoado, mas tem condições necessárias à sua reconversão”. Também o nome Marvila indicia que tenha sido o primeiro lugar desta freguesia.

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