CASULO DE MALHOA

 

Feira de Doçaria Conventual de Figueiró dos Vinhos é ECOEVENTO-ERSUC

outubro 30, 2024

A Feira de Doçaria Conventual de Figueiró dos Vinhos é, este ano, um EcoEvento, uma iniciativa da ERSUC que destaca os eventos e, respetivos organizadores, pelo compromisso de redução do impacte ambiental resultante do evento, promovendo a gestão adequada de resíduos.

Realizada no Convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, a 18.ª edição deste certame terá, assim, no local, um sistema de recolha seletiva para deposição de resíduos de embalagens provenientes do público e das entidades participantes. Os resíduos serão, por sua vez, encaminhados para as instalações da ERSUC, onde serão triados e, posteriormente, enviados para reciclagem.

Associada à implementação do programa de recolha de resíduos, existe, também, a vertente de responsabilidade social, na qual a ERSUC premeia o desempenho ambiental, atribuindo um valor em função das quantidades entregues para apoiar uma instituição e/ou causa.

A ERSUC disponibilizará meios de recolha dos resíduos, promoverá formação aos Doceiros e outras entidades presentes, e ações de sensibilização para a contínua e correta separação de resíduos ao longo de todo o evento.

O Selo EcoEvento ERSUC atribui, deste modo, ao evento um caráter de responsabilidade, preocupação e sustentabilidade, cuja participação e compromisso de todos é imprescindível para o seu êxito.

O Município de Figueiró dos Vinhos, enquanto organizador da XVIII Feira de Doçaria Conventual, convida-o, assim, a visitar e desfrutar deste certame, fazendo dele um EcoEvento de verdadeiro sucesso.

Edifício associado à estadia do pintor José Malhoa em Figueiró dos Vinhos e onde faleceu em 26 de Outubro de 1933.
Atraído pelo convite do seu antigo mestre José Simões de Almeida Júnior (tio), José Vital Malhoa chegou Figueiró dos Vinhos por volta de 1883 e encantou-se pelos horizontes longínquos, as serranias, a cor dos campos e costumes, descobriu modelos para as suas pinturas e motivos para o seu projeto artístico. Aqui mandou construir esta casa, cuja planta é composta por dois corpos retangulares articulados em “T”. O corpo mais baixo, originalmente de um só piso corresponde à pequena casa térrea inicial que Malhoa ali mandou construir, possivelmente no ano de 1895.
Mais tarde, em 1898, sob traçado de Luiz Ernesto Reynaud, foi acrescentado um novo corpo, transformando-a numa verdadeira casa, onde a primitiva pequena casa é transformada no atelier de trabalho do Pintor, recebendo uma grande claraboia de ferro e vidro sobre a cobertura, há muito já desaparecida Destaca-se, no seu interior, a pequena sala de jantar aberta para a varanda alpendrada, onde as paredes são revestidas a pergamóide, imitando couro lavrado e as duas sobre-portas exibem frisos floridos em tela pintada a óleo, originais do pintor António Ramalho Júnior. A mesa de jantar e possivelmente o candeeiro da sala serão ainda peças sobreviventes do tempo do Pintor. O teto, em madeira, apresenta uns pequenos nichos que teriam pequenas obras de pintores amigos de Malhoa, entretanto desaparecidas.
Após a reabilitação de 1985, os nichos foram preenchidos com novas obras, produzidas e oferecidas por professores e alunos da Escola de Belas Artes de Lisboa. No jardim existe ainda o antigo caramanchão e um banco, ambos em ferro e contemporâneos do Pintor, e um lago ao gosto da época.

 

 

“O Casulo” de Malhoa é também o ponto de partida do percurso “Uma Volta à Vila, à Volta dos Quatro Artistas”.

Aqui poderá visitar uma exposição*, enriquecida com alguns objetos pessoais deste artista, que lhe permite ficar a saber mais sobre a casa e que revisita a vinda para Figueiró dos Vinhos de José Malhoa (1855-1933) e Henrique Pinto (1853-1912), dois pintores do Grupo do Leão, aqui trazidos a convite do Mestre e amigo José Simões d´Almeida Júnior (1844-1926), nascido em Figueiró, tal com o seu sobrinho José Simões d´Almeida (sobrinho) (1880-1950).

Ver o Casulo por fora é observar o resultado de sucessivas alterações que este sofreu na sua adaptação a residência privada após a venda em 1937.

O Busto de José Malhoa, do escultor caldense António Duarte (1912-1998), localizado já fora dos muros do Casulo, é também digno de nota. Originalmente colocado no Jardim Parque em 1956, foi trazido para a sua atual localização três décadas depois.

Solicite a visita no Museu e Centro de Artes.

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