CASULO DE MALHOA

 

3.ª Fase de Desconfinamento: novas medidas e orientações no acesso aos cemitérios e às cerimónias fúnebres

junho 03, 2020

No seguimento das orientações da Direção-Geral de Saúde e do Governo Português no combate à proliferação do novo Coronavírus COVID-19, atualizadas após declaração, a 03 de maio, da situação de calamidade e nos termos da Resolução do Concelho de Ministros n.º 40-A/2020, de 29 de maio, e em cumprimento da 3.ª fase do processo de desconfinamento, o Município determinou o cumprimento de novas medidas e orientações no que respeita ao acesso aos cemitérios e às cerimónias fúnebres (Aviso n.º 22/2020).

Deste modo, o acesso aos cemitérios no concelho de Figueiró dos Vinhos será estabelecido por novos horários de funcionamento, que serão fixados pelas entidades responsáveis pela sua gestão (Juntas de Freguesia, etc); e a entrada e permanência no seu interior será realizada de forma faseada, obedecendo a medidas de higiene e segurança, a saber:

  1. Só deverão entrar simultaneamente duas pessoas por cada campa e durante o tempo máximo de 45 minutos, tempo necessário para proceder ao culto, limpeza e asseio das campas;
  2. Uso obrigatório de máscara e luvas;
  3. Proibição de partilha de objetos de limpeza;
  4. Deverá ser mantido o distanciamento social mínimo recomendado pela Direção-Geral de Saúde – 2 (dois) metros.

Relativamente às cerimónias fúnebres, as mesmas continuarão a estar limitadas à presença de familiares, sendo que os velórios não deverão exceder o máximo de 10 pessoas, e recomendando-se, em ambos os casos, a não abertura da urna. Também aqui é obrigatório o uso de máscara, bem como o respeito pelo distanciamento social mínimo recomendado pela DGS.

Situações específicas serão analisadas caso a caso, em função da evolução da pandemia e das orientações da Direção-Geral de Saúde.

 

Informação completa disponível no Aviso n.º 22/2020 - Medidas e orientações no acesso aos cemitérios e às cerimónias fúnebres.

 

Apelamos aos munícipes a sua compreensão, relembrando que estas medidas visam a proteção e salvaguarda de todos, reduzindo e contendo os riscos de exposição, contágio e proliferação da COVID-19.

Edifício associado à estadia do pintor José Malhoa em Figueiró dos Vinhos e onde faleceu em 26 de Outubro de 1933.
Atraído pelo convite do seu antigo mestre José Simões de Almeida Júnior (tio), José Vital Malhoa chegou Figueiró dos Vinhos por volta de 1883 e encantou-se pelos horizontes longínquos, as serranias, a cor dos campos e costumes, descobriu modelos para as suas pinturas e motivos para o seu projeto artístico. Aqui mandou construir esta casa, cuja planta é composta por dois corpos retangulares articulados em “T”. O corpo mais baixo, originalmente de um só piso corresponde à pequena casa térrea inicial que Malhoa ali mandou construir, possivelmente no ano de 1895.
Mais tarde, em 1898, sob traçado de Luiz Ernesto Reynaud, foi acrescentado um novo corpo, transformando-a numa verdadeira casa, onde a primitiva pequena casa é transformada no atelier de trabalho do Pintor, recebendo uma grande claraboia de ferro e vidro sobre a cobertura, há muito já desaparecida Destaca-se, no seu interior, a pequena sala de jantar aberta para a varanda alpendrada, onde as paredes são revestidas a pergamóide, imitando couro lavrado e as duas sobre-portas exibem frisos floridos em tela pintada a óleo, originais do pintor António Ramalho Júnior. A mesa de jantar e possivelmente o candeeiro da sala serão ainda peças sobreviventes do tempo do Pintor. O teto, em madeira, apresenta uns pequenos nichos que teriam pequenas obras de pintores amigos de Malhoa, entretanto desaparecidas.
Após a reabilitação de 1985, os nichos foram preenchidos com novas obras, produzidas e oferecidas por professores e alunos da Escola de Belas Artes de Lisboa. No jardim existe ainda o antigo caramanchão e um banco, ambos em ferro e contemporâneos do Pintor, e um lago ao gosto da época.

 

 

“O Casulo” de Malhoa é também o ponto de partida do percurso “Uma Volta à Vila, à Volta dos Quatro Artistas”.

Aqui poderá visitar uma exposição*, enriquecida com alguns objetos pessoais deste artista, que lhe permite ficar a saber mais sobre a casa e que revisita a vinda para Figueiró dos Vinhos de José Malhoa (1855-1933) e Henrique Pinto (1853-1912), dois pintores do Grupo do Leão, aqui trazidos a convite do Mestre e amigo José Simões d´Almeida Júnior (1844-1926), nascido em Figueiró, tal com o seu sobrinho José Simões d´Almeida (sobrinho) (1880-1950).

Ver o Casulo por fora é observar o resultado de sucessivas alterações que este sofreu na sua adaptação a residência privada após a venda em 1937.

O Busto de José Malhoa, do escultor caldense António Duarte (1912-1998), localizado já fora dos muros do Casulo, é também digno de nota. Originalmente colocado no Jardim Parque em 1956, foi trazido para a sua atual localização três décadas depois.

Solicite a visita no Museu e Centro de Artes.

Newsletter

Agenda Cultural pensada para si, com eventos para todas as idades!
Receba, gratuitamente, a programação do mês e cancele quando quiser.

Damos valor à sua privacidade

Utilizamos cookies no nosso website para lhe proporcionar uma experiência mais relevante, recordando as suas preferências e as suas visitas repetidas. Ao clicar em "Aceitar", consente a utilização de TODOS os cookies. No entanto, pode visitar as "Definições de Cookie" no seu browser e permitir consentimento mais ajustado.

Politica de Privacidade

         app banner 2




revista