Em 1598 foi fundado em Figueiró dos Vinhos o convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, por ação de Pero de Alcáçova de Vasconcelos, senhor de Figueiró e Pedrógão, neto de D. Pedro de Alcáçova Carneiro, secretário do rei Filipe I de Portugal e por sua esposa D. Maria de Meneses.

Este convento é o segundo da Ordem dos Carmelitas Descalços a iniciar a sua construção em Portugal, pós Reforma Teresiana, seguindo a Tipologia Carmelitana pela qual a Ordem é conhecida em todo o mundo.

Foi Colégio de Artes, tendo-se destacado como um dos mais marcantes centro de estudos de Filosofia da Ordem dos Carmelitas Descalços em Portugal.

No ano de 1642, celebrou-se neste convento o Capítulo Provincial da Ordem. Nele se autorizou oferecer o padroado da Província de Portugal da Ordem dos Carmelitas Descalços à Rainha D. Luísa.

A igreja deste convento possui quatro pedras sepulcrais com as inscrições dos senhores de Figueiró e Pedrógão e dos Condes de Figueiró que foram padroeiros deste cenóbio.

Possuiu um notável retábulo no seu altar-mor, também caraterístico de muitos outros conventos dos Carmelitas Descalços, em Espanha e em Portugal. Após 1834, ano em que foram extintas oficialmente as Ordens Religiosas no País, foi Casa da Misericórdia e Hospital.

 

 

Visita mediante solicitação prévia no Posto de Turismo

 

“Radar Social” – Projeto piloto em Figueiró dos Vinhos aprovado pelo PRR  

junho 25, 2024

Fruto de uma estratégia de reforço do conhecimento do território como base para a aplicação de políticas publicas ajustadas às necessidades reais, o Município de Figueiró dos Vinhos submeteu a candidatura “Radar Social” ao PRR- Plano de Recuperação e Resiliência.

Este projeto, recentemente aprovado e que teve início no corrente mês de junho permitirá numa fase inicial a revisão de dois Documentos estratégicos, cuja atualização é obrigatória, concretamente o “Diagnóstico Social do Concelho de Figueiró dos Vinhos” e o “Plano de Desenvolvimento Social de Figueiró dos Vinhos” bem como desenvolver o Plano de Ação, das atividades a realizar no âmbito do Programa Radar Social.

Envolve o mapeamento de recursos, regionais e locais, em estreita articulação com as cartas sociais municipais, de forma a garantir maior eficácia das respostas e melhor coordenação das intervenções ao nível do concelho.

Numa segunda fase, a iniciar a curto prazo, será efetuada a Georreferenciação Social do território e a execução do Plano de Ação referido, designadamente implementar um sistema integrado de georreferenciação social de âmbito municipal que identifique, pessoas, famílias e grupos, em situação de vulnerabilidade social e/ou em risco de pobreza e exclusão social, operacionalizado em articulação com a rede de parcerias locais, a georreferenciar recursos, respostas e soluções, a nível local/regional, promovendo a participação e sustentabilidade da comunidade.

O montante de investimento aprovado é de 168.962,22 euros comparticipado em 100% e o projeto tem uma duração máxima 27 meses.

# Construir o Futuro
 PRR - Recuperar Portugal

 

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