Em 1598 foi fundado em Figueiró dos Vinhos o convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, por ação de Pero de Alcáçova de Vasconcelos, senhor de Figueiró e Pedrógão, neto de D. Pedro de Alcáçova Carneiro, secretário do rei Filipe I de Portugal e por sua esposa D. Maria de Meneses.

Este convento é o segundo da Ordem dos Carmelitas Descalços a iniciar a sua construção em Portugal, pós Reforma Teresiana, seguindo a Tipologia Carmelitana pela qual a Ordem é conhecida em todo o mundo.

Foi Colégio de Artes, tendo-se destacado como um dos mais marcantes centro de estudos de Filosofia da Ordem dos Carmelitas Descalços em Portugal.

No ano de 1642, celebrou-se neste convento o Capítulo Provincial da Ordem. Nele se autorizou oferecer o padroado da Província de Portugal da Ordem dos Carmelitas Descalços à Rainha D. Luísa.

A igreja deste convento possui quatro pedras sepulcrais com as inscrições dos senhores de Figueiró e Pedrógão e dos Condes de Figueiró que foram padroeiros deste cenóbio.

Possuiu um notável retábulo no seu altar-mor, também caraterístico de muitos outros conventos dos Carmelitas Descalços, em Espanha e em Portugal. Após 1834, ano em que foram extintas oficialmente as Ordens Religiosas no País, foi Casa da Misericórdia e Hospital.

 

 

Visita mediante solicitação prévia no Posto de Turismo

 

Aprovado financiamento do PRR para reforço do Cadastro da Propriedade Rústica e Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo

setembro 19, 2024

O Município de Figueiró dos Vinhos apresentou, recentemente, uma candidatura ao PRR- Plano de Recuperação e Resiliência (https://recuperarportugal.gov.pt/) para reforço da capacitação da autarquia na ótica do conhecimento e da gestão do território, visando criar condições para o reforço do Cadastro da Propriedade Rústica.

A candidatura foi aprovada pelo PRR, no âmbito do Aviso N.º 01/C08-i02.05/2023 “Cadastro da Propriedade Rústica e Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo: Sistema Nacional de Cadastro Predial – Dimensão Local Região Centro”, e prevê um montante de investimento, comparticipado a 100%, de 35.000 € em equipamento informático, afetação de recursos humanos e aquisição de serviços, essenciais ao reforço da capacidade de cadastro e registo de prédios rústicos, aumentando a proximidade à população e promovendo uma melhor acessibilidade dos munícipes.

O Cadastro da Propriedade Rústica e a implementação de mecanismos de monitorização da ocupação do solo, projeto complementar a intervenções de gestão florestal, revisão de planos e instrumentos estratégicos e outros, num quadro global de planeamento e gestão, são fundamentais para uma gestão do território que privilegia o ordenamento e a sustentabilidade.

https://recuperarportugal.gov.pt/
# Construir o Futuro

Barra de financiamento PRR RP UE

 

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