Em 1598 foi fundado em Figueiró dos Vinhos o convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, por ação de Pero de Alcáçova de Vasconcelos, senhor de Figueiró e Pedrógão, neto de D. Pedro de Alcáçova Carneiro, secretário do rei Filipe I de Portugal e por sua esposa D. Maria de Meneses.

Este convento é o segundo da Ordem dos Carmelitas Descalços a iniciar a sua construção em Portugal, pós Reforma Teresiana, seguindo a Tipologia Carmelitana pela qual a Ordem é conhecida em todo o mundo.

Foi Colégio de Artes, tendo-se destacado como um dos mais marcantes centro de estudos de Filosofia da Ordem dos Carmelitas Descalços em Portugal.

No ano de 1642, celebrou-se neste convento o Capítulo Provincial da Ordem. Nele se autorizou oferecer o padroado da Província de Portugal da Ordem dos Carmelitas Descalços à Rainha D. Luísa.

A igreja deste convento possui quatro pedras sepulcrais com as inscrições dos senhores de Figueiró e Pedrógão e dos Condes de Figueiró que foram padroeiros deste cenóbio.

Possuiu um notável retábulo no seu altar-mor, também caraterístico de muitos outros conventos dos Carmelitas Descalços, em Espanha e em Portugal. Após 1834, ano em que foram extintas oficialmente as Ordens Religiosas no País, foi Casa da Misericórdia e Hospital.

 

 

Visita mediante solicitação prévia no Posto de Turismo

 

Colóquio – “As comunicações de âmbito Municipal”

março 17, 2025

Integrando as comemorações do Mês da Proteção Civil da Região de Leiria, decorreu na passada quarta-feira, dia 12 de março, na Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos, o colóquio sob o tema “As comunicações de âmbito Municipal”, que reuniu vários agentes de Proteção Civil, e Instituições Distritais e Municipais com dever de cooperação.

O colóquio contou com as intervenções do Coordenador Municipal da Proteção Civil de Figueiró dos Vinhos, Miguel Guimarães, o chefe da Célula Operacional de Administração, Logística e Comunicações da ANEPC, Pedro Carvalho, e o Comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil de Leiria, Carlos Guerra.

Ao longo da tarde foram abordadas potencialidades e constrangimentos associados à comunicação de âmbito geral institucional, dos agentes de Proteção Civil. Destacou-se também a importância dos planos de comunicações em teatros de operações, e a articulação entre os Comandos Sub-regionais de Emergência e Proteção Civil e o SMPC.

Houve ainda a oportunidade para um período de perguntas, respostas e comentários associados ao tema das comunicações. O evento terminou com a visita à exposição “foto-galeria” das atividades desenvolvidas pelos Agentes de Proteção Civil.

 

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