Em 1598 foi fundado em Figueiró dos Vinhos o convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, por ação de Pero de Alcáçova de Vasconcelos, senhor de Figueiró e Pedrógão, neto de D. Pedro de Alcáçova Carneiro, secretário do rei Filipe I de Portugal e por sua esposa D. Maria de Meneses.

Este convento é o segundo da Ordem dos Carmelitas Descalços a iniciar a sua construção em Portugal, pós Reforma Teresiana, seguindo a Tipologia Carmelitana pela qual a Ordem é conhecida em todo o mundo.

Foi Colégio de Artes, tendo-se destacado como um dos mais marcantes centro de estudos de Filosofia da Ordem dos Carmelitas Descalços em Portugal.

No ano de 1642, celebrou-se neste convento o Capítulo Provincial da Ordem. Nele se autorizou oferecer o padroado da Província de Portugal da Ordem dos Carmelitas Descalços à Rainha D. Luísa.

A igreja deste convento possui quatro pedras sepulcrais com as inscrições dos senhores de Figueiró e Pedrógão e dos Condes de Figueiró que foram padroeiros deste cenóbio.

Possuiu um notável retábulo no seu altar-mor, também caraterístico de muitos outros conventos dos Carmelitas Descalços, em Espanha e em Portugal. Após 1834, ano em que foram extintas oficialmente as Ordens Religiosas no País, foi Casa da Misericórdia e Hospital.

 

 

Visita mediante solicitação prévia no Posto de Turismo

 

Aviso à População: Risco de Incêndio Rural – EPE Nível II

setembro 12, 2025

1 - INFORMAÇÃO DE SUPORTE:

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA para os próximos dias, destacam-se os seguintes aspetos:

  • Temperatura máxima entre 30 e 36 °C nas regiões do Sul, Alto Tejo e também em partes do interior Centro / Norte, a partir de Domingo;
  • Humidade relativa do ar inferior a 30% no Sotavento Algarvio, no interior do Baixo Alentejo e no interior Centro / Norte, durante as tardes, com fraca recuperação noturna (noites secas) no Sotavento Algarvio e nas terras altas do interior;
  • Vento forte, até 40 km/h, nas terras altas, em especial do interior do Centro e Sul.

Perigo de Incêndio Rural (PIR) com agravamento gradual, a persistir em classe Máximo no Algarve, em classe Muito Elevado no interior do Norte, Centro, Alto Alentejo e Médio Tejo e classe Elevado no Baixo Alentejo e no litoral Centro.

 

2 - EFEITOS EXPECTÁVEIS:

Condições meteorológicas favoráveis ao agravamento do risco de incêndio rural e consequente número elevado de ignições relacionadas com incêndios rurais, assim como, dificuldade acrescida nas operações de supressão.

 

3 – MEDIDAS PREVENTIVAS:

A ANEPC recomenda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente, a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, observando a legislação em vigor, e tomando especial atenção ao perigo de incêndio neste período, disponível junto dos sítios da Internet, da ANEPC e do IPMA, junto dos Gabinetes Técnicos Florestais dos municípios e dos Corpos de Bombeiros.

 

 Perigo de Incêndios Rural Muito Elevado e Máximo - condicionamentos e restrições


 Autoridade Nacional de Emergência
e Proteção Civil

 Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt 

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