Em 1598 foi fundado em Figueiró dos Vinhos o convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, por ação de Pero de Alcáçova de Vasconcelos, senhor de Figueiró e Pedrógão, neto de D. Pedro de Alcáçova Carneiro, secretário do rei Filipe I de Portugal e por sua esposa D. Maria de Meneses.

Este convento é o segundo da Ordem dos Carmelitas Descalços a iniciar a sua construção em Portugal, pós Reforma Teresiana, seguindo a Tipologia Carmelitana pela qual a Ordem é conhecida em todo o mundo.

Foi Colégio de Artes, tendo-se destacado como um dos mais marcantes centro de estudos de Filosofia da Ordem dos Carmelitas Descalços em Portugal.

No ano de 1642, celebrou-se neste convento o Capítulo Provincial da Ordem. Nele se autorizou oferecer o padroado da Província de Portugal da Ordem dos Carmelitas Descalços à Rainha D. Luísa.

A igreja deste convento possui quatro pedras sepulcrais com as inscrições dos senhores de Figueiró e Pedrógão e dos Condes de Figueiró que foram padroeiros deste cenóbio.

Possuiu um notável retábulo no seu altar-mor, também caraterístico de muitos outros conventos dos Carmelitas Descalços, em Espanha e em Portugal. Após 1834, ano em que foram extintas oficialmente as Ordens Religiosas no País, foi Casa da Misericórdia e Hospital.

 

 

Visita mediante solicitação prévia no Posto de Turismo

 

Aprovados investimentos de 3 milhões de euros para a reposição de infraestruturas danificadas pelos incêndios

outubro 16, 2017

No seguimento do grave incêndio que deflagrou na região no passado dia 17 de junho, entre outras consequências trágicas e prejuízos que são do conhecimento geral, várias infraestruturas municipais foram gravemente afetadas, colocando em risco a segurança e a operacionalidade das mesmas.
Durante o mês de agosto foram apresentadas as respetivas candidaturas ao CENTRO2020, as quais estão já aprovadas e englobam um investimento de cerca de 3 milhões de euros.
As intervenções previstas referem-se à reposição de estradas municipais (pavimento, sinalética viária, marcações vias, guardas metálicas e railes), reparações no sistema de distribuição de água, substituição de abrigos de passageiros junto às estradas, substituição de contentores e ecopontos, intervenções em edifícios afetados, reposição de sinalização em percursos pedestres e intervenção em pontos de interesse turístico afetados (Grande Rota do Zêzere, Parede de Escalada do Cercal, etc).
Este conjunto de intervenções, que agora irão ter início, deverão estar concluídos no final do primeiro semestre de 2018, tendo o financiamento sido aprovado pelo CENTRO 2020, através fundos da União Europeia, com uma taxa de comparticipação de 85% e estando previsto que o remanescente seja financiado pelo Fundo de Emergência Municipal 2017.

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