Em 1598 foi fundado em Figueiró dos Vinhos o convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, por ação de Pero de Alcáçova de Vasconcelos, senhor de Figueiró e Pedrógão, neto de D. Pedro de Alcáçova Carneiro, secretário do rei Filipe I de Portugal e por sua esposa D. Maria de Meneses.

Este convento é o segundo da Ordem dos Carmelitas Descalços a iniciar a sua construção em Portugal, pós Reforma Teresiana, seguindo a Tipologia Carmelitana pela qual a Ordem é conhecida em todo o mundo.

Foi Colégio de Artes, tendo-se destacado como um dos mais marcantes centro de estudos de Filosofia da Ordem dos Carmelitas Descalços em Portugal.

No ano de 1642, celebrou-se neste convento o Capítulo Provincial da Ordem. Nele se autorizou oferecer o padroado da Província de Portugal da Ordem dos Carmelitas Descalços à Rainha D. Luísa.

A igreja deste convento possui quatro pedras sepulcrais com as inscrições dos senhores de Figueiró e Pedrógão e dos Condes de Figueiró que foram padroeiros deste cenóbio.

Possuiu um notável retábulo no seu altar-mor, também caraterístico de muitos outros conventos dos Carmelitas Descalços, em Espanha e em Portugal. Após 1834, ano em que foram extintas oficialmente as Ordens Religiosas no País, foi Casa da Misericórdia e Hospital.

 

 

Visita mediante solicitação prévia no Posto de Turismo

 

“Comunicações Eletrónicas” em debate na Escola Secundária

abril 24, 2019

As nossas vidas, a forma como comunicamos, aprendemos, fazemos negócios, nos relacionamos com a sociedade e com os organismos públicos serão cada vez mais baseados nas tecnologias de informação e comunicação. A sociedade está em constante mutação e estas mudanças ocorrem a uma velocidade cada vez mais elevada, provocando uma disrupção em todos os setores de atividade, cujo futuro será, continuamente, marcado pela transformação digital.

Este foi o mote que levou a que a associação portuguesa de Direito de Consumo (apDC) se deslocasse, hoje, 24 de abril, à Escola Secundária figueiroense, no âmbito do protocolo celebrado entre o Município e a apDC. Numa sessão subordinada ao tema “Comunicações Eletrónicas”, os jovens alunos puderam ver debatidas algumas das inquietudes da era digital e da força da mesma no consumidor. Um tema que tem sido preocupação constante do Município Figueiroense e no qual tem vindo a apostar, preventivamente, com formações e sessões de esclarecimento.


 associação portuguesa de Direito de Consumo
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