Em 1598 foi fundado em Figueiró dos Vinhos o convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, por ação de Pero de Alcáçova de Vasconcelos, senhor de Figueiró e Pedrógão, neto de D. Pedro de Alcáçova Carneiro, secretário do rei Filipe I de Portugal e por sua esposa D. Maria de Meneses.

Este convento é o segundo da Ordem dos Carmelitas Descalços a iniciar a sua construção em Portugal, pós Reforma Teresiana, seguindo a Tipologia Carmelitana pela qual a Ordem é conhecida em todo o mundo.

Foi Colégio de Artes, tendo-se destacado como um dos mais marcantes centro de estudos de Filosofia da Ordem dos Carmelitas Descalços em Portugal.

No ano de 1642, celebrou-se neste convento o Capítulo Provincial da Ordem. Nele se autorizou oferecer o padroado da Província de Portugal da Ordem dos Carmelitas Descalços à Rainha D. Luísa.

A igreja deste convento possui quatro pedras sepulcrais com as inscrições dos senhores de Figueiró e Pedrógão e dos Condes de Figueiró que foram padroeiros deste cenóbio.

Possuiu um notável retábulo no seu altar-mor, também caraterístico de muitos outros conventos dos Carmelitas Descalços, em Espanha e em Portugal. Após 1834, ano em que foram extintas oficialmente as Ordens Religiosas no País, foi Casa da Misericórdia e Hospital.

 

 

Visita mediante solicitação prévia no Posto de Turismo

 

Documentário: “Medidas Emergentes nas Áreas de Intervenção Prioritárias de Proteção dos Recursos Hídricos afetados por incêndios” – Projeto ALJIA (Ribeira de Alge)

outubro 25, 2019

A zona da Ribeira de Alge tem sido alvo de uma forte intervenção ao nível da reabilitação e requalificação dos seus ecossistemas ribeirinhos, através do protocolo “Medidas Emergentes nas Áreas de Intervenção Prioritárias de Proteção dos Recursos Hídricos afetados pelos incêndios de 17 a 24 de junho de 2017.

Este protocolo permitiu a concretização de medidas que minimizassem os efeitos dos incêndios de 17 de junho, em especial o risco de obstrução de linhas de água, os riscos de inundação e a afetação de captações de água superficial e de áreas de uso balnear, salvaguardando, assim, os ecossistemas ribeirinhos e a preservação do património natural.

O documentário que, agora, se apresenta, pretende demonstrar no tempo e no espaço, a obra levada a cabo nos últimos dois anos na zona da Ribeira de Alge e as profundas alterações daí resultantes, que terão, claramente, um impacto muito positivo não só no ambiente, mas também nos seus residentes e visitantes.

Estas intervenções, cujo montante de investimento é de cerca de 730 mil euros, foram integralmente financiadas pelo Estado Português através do Fundo Ambiental.

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