Em 1598 foi fundado em Figueiró dos Vinhos o convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, por ação de Pero de Alcáçova de Vasconcelos, senhor de Figueiró e Pedrógão, neto de D. Pedro de Alcáçova Carneiro, secretário do rei Filipe I de Portugal e por sua esposa D. Maria de Meneses.

Este convento é o segundo da Ordem dos Carmelitas Descalços a iniciar a sua construção em Portugal, pós Reforma Teresiana, seguindo a Tipologia Carmelitana pela qual a Ordem é conhecida em todo o mundo.

Foi Colégio de Artes, tendo-se destacado como um dos mais marcantes centro de estudos de Filosofia da Ordem dos Carmelitas Descalços em Portugal.

No ano de 1642, celebrou-se neste convento o Capítulo Provincial da Ordem. Nele se autorizou oferecer o padroado da Província de Portugal da Ordem dos Carmelitas Descalços à Rainha D. Luísa.

A igreja deste convento possui quatro pedras sepulcrais com as inscrições dos senhores de Figueiró e Pedrógão e dos Condes de Figueiró que foram padroeiros deste cenóbio.

Possuiu um notável retábulo no seu altar-mor, também caraterístico de muitos outros conventos dos Carmelitas Descalços, em Espanha e em Portugal. Após 1834, ano em que foram extintas oficialmente as Ordens Religiosas no País, foi Casa da Misericórdia e Hospital.

 

 

Visita mediante solicitação prévia no Posto de Turismo

 

Portal da Rede de Bibliotecas Terras de Monsalude lança “Projeto Memórias"

abril 22, 2020

linkportalMemóriasAssinalando o Dia Mundial do Livro que se comemora a 23 de abril, a Rede de Bibliotecas Terras de Monsalude irá apresentar o "Projeto Memórias", no seu Portal Online (http://www.rbmonsalude.pt/index.php/memorias), pelas 12h00 de amanhã.

A ideia inicial, de acordo com os promotores deste projeto, era promover uma apresentação pública nos três concelhos que compõem a Rede,  ilustrando o trabalho, já efetuado de recolha, com um conjunto de documentos, fotografias e vídeos. Contudo, dado o constrangimento provocado pela pandemia que atravessamos, esta iniciativa pública foi adiada para data a agendar posteriormente.

O “Projeto Memórias”, cofinanciado pela Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do Fundo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de 2017, visa valorizar as comunidades locais e as suas vivências, recolher e preservar as memórias relacionadas com as formas de viver das gentes dessas terras, ao mesmo tempo que  valoriza o património cultural e recupera as memórias para as gerações vindouras.

No mês em que se comemoram os 46 anos da Revolução dos Cravos, o "Projeto Memórias" disponibiliza, também, os testemunhos figueiroenses de quem viveu o 25 de abril, como forma de celebrar e perdurar um Movimento que mudou, significativamente, o curso político e social do país.

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