Em 1598 foi fundado em Figueiró dos Vinhos o convento de Nossa Senhora do Carmo dos Carmelitas Descalços, por ação de Pero de Alcáçova de Vasconcelos, senhor de Figueiró e Pedrógão, neto de D. Pedro de Alcáçova Carneiro, secretário do rei Filipe I de Portugal e por sua esposa D. Maria de Meneses.

Este convento é o segundo da Ordem dos Carmelitas Descalços a iniciar a sua construção em Portugal, pós Reforma Teresiana, seguindo a Tipologia Carmelitana pela qual a Ordem é conhecida em todo o mundo.

Foi Colégio de Artes, tendo-se destacado como um dos mais marcantes centro de estudos de Filosofia da Ordem dos Carmelitas Descalços em Portugal.

No ano de 1642, celebrou-se neste convento o Capítulo Provincial da Ordem. Nele se autorizou oferecer o padroado da Província de Portugal da Ordem dos Carmelitas Descalços à Rainha D. Luísa.

A igreja deste convento possui quatro pedras sepulcrais com as inscrições dos senhores de Figueiró e Pedrógão e dos Condes de Figueiró que foram padroeiros deste cenóbio.

Possuiu um notável retábulo no seu altar-mor, também caraterístico de muitos outros conventos dos Carmelitas Descalços, em Espanha e em Portugal. Após 1834, ano em que foram extintas oficialmente as Ordens Religiosas no País, foi Casa da Misericórdia e Hospital.

 

 

Visita mediante solicitação prévia no Posto de Turismo

 

Época Balnear abriu hoje

julho 01, 2020

A época balnear abriu hoje, dia 1 de julho, nas Praias Fluviais de Figueiró dos Vinhos – Ana de Aviz e Fragas de S. Simão, com a implementação de todas as normas de segurança e regras de acesso, de acordo com as diretrizes da Direção-Geral da Saúde e da Agência Portuguesa do Ambiente face à situação pandémica atual.

As Praias Fluviais terão, assim, lotação controlada por semáforos e bandeiras; obrigatoriedade de distanciamento mínimo de 1,5 metros (entre utentes que não façam parte do mesmo grupo) e 3 metros entre chapéus (entre utentes que também não façam parte do mesmo grupo); uso obrigatório de máscara (wc, bar e zonas de circulação) e reforço da limpeza e higienização dos espaços.

Foi ainda efetuada uma reorganização da sinalética de toda a área e elaborado um Plano de Contingência, tendo em vista a aplicação das regras sanitárias e de segurança estabelecidas pelas autoridades nacionais.

No sentido de garantir a proteção da saúde pública, a APA - Agência Portuguesa do Ambiente, determinou o limite de ocupação das praias de acordo com a respetiva área.

As Praias Fluviais estão, deste modo, dotadas de todas as condições de segurança para receber os nossos banhistas, de 1 de julho a 15 de setembro, no entanto, apela-se a que todos cumpram as regras, pois só com responsabilidade nos conseguiremos manter seguros.

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