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Natal da Fantasia 2024, uma viagem pela magia do Natal

novembro 25, 2024

Cartaz Natal Fantasia 24 onlineA época mais mágica do ano está de regresso! O Natal da Fantasia volta a Figueiró dos Vinhos de 14 de dezembro a 3 de janeiro, com um programa recheado de espírito natalício para todas as idades.

O Pai Natal chega, para alegria de todas as crianças, logo no dia 14 de dezembro, abrindo a sua Casa e a Tenda da Fantasia com jogos, contos, oficinas, Workshops para crianças e adultos (inscrições limitadas), tudo repleto de animação e muita diversão. A Tenda da Fantasia será, também, local para o já, indispensável, Mercadinho de Natal dos alunos do Agrupamento de Escolas de Figueiró dos Vinhos, que acontece de 19 a 21 de dezembro.

O Teatro Musical Infantil volta com a peça “Natal Doce Natal”, no dia 15 de dezembro, um espetáculo musical encantador que promete levar pequenos e graúdos numa viagem mágica e inesquecível.

A música é presença obrigatória no Natal da Fantasia de Figueiró dos Vinhos e, este ano, trará a Banda de Música da Força Aérea Portuguesa, a 15 de dezembro; o Grupo Coral São João Baptista e o N-SEMBLE da Sociedade Filarmónica Penelense, a 29 de dezembro.

Figueiró dos Vinhos convida-o, assim, a desfrutar da mais bela época do ano com alegria, emoção e esperança no futuro. Celebre connosco e embarque neste Natal da Fantasia, de 14 de dezembro a 3 de janeiro.

 

 

Workshops gratuitos, mas com inscrições, obrigatórias e limitadas, pelo número 916 206 446:

  • Workshop “Mesa Natalícia” por Filipa Furtado e Marina Prior
    • 14 de dezembro | 15h00 | Tenda da Fantasia
    • atividade para maiores de 16 anos | inscrições até 11 de dezembro
  • Workshop “Bolachinhas de Natal” por Filipa Furtado
    • 21 de dezembro | 15h00 | Tenda da Fantasia
    • atividade para pais e filhos | inscrições até 18 de dezembro

Fábrica de fundição de ferro localizada na margem da Ribeira de Alge, que explorava para o seu funcionamento, o combustível existente nas matas existentes na proximidade. O seu primeiro alvará terá sido concedido em 1655. Esta fábrica foi encerrada de 1759 a 1761, tendo sido feitos esforços para a sua reabertura já no início do século XIX, em cumprimento da carta régia de 18 de maio de 1801. Contudo, estes esforços foram abandonados aquando das invasões francesas. As infraestruturas ainda foram usadas para o fabrico de armas pelo exército Miguelista a utilizar no cerco do Porto.

As Reais Ferrarias da Foz do Alge surgiram como recuperação das desactivadas Ferrarias de Tomar e Figueiró, mandadas encerrar entre 1759 e 1761.
Por Carta Régia de 18 de Maio de 1801, dirigida ao Bispo de Coimbra, Conde de Arganil e Reitor da Universidade de Coimbra, o então Príncipe Regente D. João, considerava "(...) a grande necessidade, e utilidade que ha de crear-se hum estabelecimento Público (...) que tenha a seu cargo dirigir as Casas de Moeda, Minas e Bosques (...)", para o desenvolvimento daqueles ramos da indústria, fundamentais para a Real Fazenda e para o bem estar da sociedade.

Considerando que José Bonifácio de Andrade e Silva, Professor de Metalurgia na Universidade de Coimbra, nas viagens científicas pela Europa que fizera a mando da Rainha D. Maria I, tinha adquirido vastos conhecimentos e experiência nas áreas das Ciências e da Indústria metalúrgica, bem como da Administração Pública, reunindo condições para o cargo, nomeava-o Intendente Geral das Minas e Metais do Reino, ficando "(...) encarregado de dirigir, e administrar as Minas, e Fundições de Ferro de Figueiró dos Vinhos; e de propor [ao Príncipe Regente] todas as providencias, e regulamentos que [julgasse] necessarios para pôr em acção, o valor produtivo das mesmas Ferrarias. (...)".

José Bonifácio de Andrade e Silva deveria organizar e consolidar o ensino da cadeira de Metalurgia na Universidade de Coimbra durante seis anos, findos os quais deveria ocupar-se unicamente da Intendência Geral das Minas e Metais, ocupando-se particularmente das Ferrarias de Figueiró dos Vinhos, localizadas junto da Foz de Alge, bem como da abertura das minas de carvão de pedra.

No ano seguinte foi iniciada a reconstrução dos edifícios e foi contratado pessoal para os trabalhos. Entre 1807 e 1809 José Bonifácio de Andrade e Silva suspendeu as suas funções, devido às Invasões Francesas, tendo-se alistado no Corpo Voluntário Académico. Há, no entanto, registos de documentação durante esse período. A Fundição recuperou, depois o seu funcionamento normal, tendo atingido um bom nível técnico, de acordo com um relatório de 1837 do Barão de Eschwege, então Intendente Geral das Minas e Metais (segundo um estudo de António Arala Pinto, in "Indústria Portuguesa", 1947, referido no "Dicionário de História de Portugal").

As minas e a fundição estiveram em laboração até ao princípio do século XX.

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