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ESPORO - Apresentação da Rota Esporo

julho 14, 2022

ESPORO mapa Rota ESPORO 1 minO projeto ESPORO programou o seu encerramento com a apresentação da Rota Esporo', uma rota constituída por diversas peças artísticas implementadas em vários locais de cada um dos Municípios organizadores. O evento consistiria na apresentação pública das referidas peças pelos seus autores, sendo enriquecida por concertos e visitas guiadas. 

Contudo, face às previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para manutenção das altas temperaturas e elevado risco de incêndio rural, ao possível prolongamento da Declaração de Situação de Contingência para todo o território continental e o cenário de incêndios que se vive no concelho de Ansião, informamos que as actividades previstas para os próximos dias 15 (6º feira), 16 (sábado) e 17 (domingo) de Julho, no âmbito da apresentação da Rota ESPORO, sofrem as seguintes alterações:
 
  • 15 Julho, 6º feira - Ansião: adiamento de todas as atividades até nova data a anunciar proximamente;
  • 16 Julho, sábado - Figueiró dos Vinhos: todas as atividades sESPORO mapa Rota ESPORO 2 minerão relocalizadas para a malha urbana, sedede concelho, nomeadamente para o Jardim do Parque Municipal, Coreto, Jardim do Casulo de Malhoa e Casa da Cultura;
  • 17 Julho, domingo - Proença-a-Nova: todas as atividades serão relocalizadas para a malha urbana, sede de concelho, especificamente para o Parque Urbano Comendador João Martins (junto ao espaço infantojuvenil);
  • as visitas guiadas, orientadas pela curadora e coordenadora do projecto ESPORO, Lara Seixo Rodrigues, serão agendadas para data a anunciar brevemente.
 
Esta medida tomada pelos municípios de Figueiró dos Vinhos, Ansião e Proença-a-Nova, promotores do projeto ESPORO, considera o actual estado de alerta do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS), para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) que colocou em nível VERMELHO os respectivos distritos de Leiria e Castelo Branco.
 

 Informações atualizadas em https://www.facebook.com/esporocultura || https://www.esporocultura.com/
 MAPA 'ROTA ESPORO' (versão .pdf e .jpg)https://bit.ly/RotaESPORO-mapa

 

ESPORO novo programa retificado minNOVO PROGRAMA DE FIGUEIRÓ DOS VINHOS - 16 DE JULHO:
Casulo de Malhoa > 17h00 - Concerto Ana Lua Caiano 
Jardim do Casulo de Malhoa > 17h30 - Performance Rizoma de Rita Carmo Martins 
Casulo de Malhoa > 18h00 - Concerto Celino 
Coreto > 18h30 - Concerto Homem em Catarse
Jardim do Parque Municipal > 19h00 - Performance Carmim de Joana Martins

Casa da Cultura > 21h00 - Concerto Valter Lobo

 

 

 

 

 
ESPORO é um projeto de disseminação cultural e artística, em vigor desde o início deste ano, que visa promover uma simbiose entre a arte e o território natural, através de intervenções artísticas que, de forma totalmente integrada, conferem um novo olhar sobre o espaço natural ou patrimonial dos territórios envolvidos, difundindo e desenvolvendo, em última instância, percursos e rotas de visitação. A programação integrou intervenções artísticas na área das artes plásticas, artes visuais, performance e música, como alavanca para a descoberta destes territórios.
 
A iniciativa foi promovida pelos Municípios de Figueiró dos Vinhos (líder), Ansião e Proença-a- Nova, com curadoria e coorganização da Mistaker Maker - Plataforma de Intervenção Artística, sendo financiada por Fundos da União Europeia através do Centro2020, no âmbito da Prioridade de investimento: conservação, proteção, promoção e desenvolvimento do património natural e cultural - Programação Cultural em Rede, Aviso nº Centro-14-2020-12 - domínio sustentabilidade e eficiência no uso de recursos.
 

Fábrica de fundição de ferro localizada na margem da Ribeira de Alge, que explorava para o seu funcionamento, o combustível existente nas matas existentes na proximidade. O seu primeiro alvará terá sido concedido em 1655. Esta fábrica foi encerrada de 1759 a 1761, tendo sido feitos esforços para a sua reabertura já no início do século XIX, em cumprimento da carta régia de 18 de maio de 1801. Contudo, estes esforços foram abandonados aquando das invasões francesas. As infraestruturas ainda foram usadas para o fabrico de armas pelo exército Miguelista a utilizar no cerco do Porto.

As Reais Ferrarias da Foz do Alge surgiram como recuperação das desactivadas Ferrarias de Tomar e Figueiró, mandadas encerrar entre 1759 e 1761.
Por Carta Régia de 18 de Maio de 1801, dirigida ao Bispo de Coimbra, Conde de Arganil e Reitor da Universidade de Coimbra, o então Príncipe Regente D. João, considerava "(...) a grande necessidade, e utilidade que ha de crear-se hum estabelecimento Público (...) que tenha a seu cargo dirigir as Casas de Moeda, Minas e Bosques (...)", para o desenvolvimento daqueles ramos da indústria, fundamentais para a Real Fazenda e para o bem estar da sociedade.

Considerando que José Bonifácio de Andrade e Silva, Professor de Metalurgia na Universidade de Coimbra, nas viagens científicas pela Europa que fizera a mando da Rainha D. Maria I, tinha adquirido vastos conhecimentos e experiência nas áreas das Ciências e da Indústria metalúrgica, bem como da Administração Pública, reunindo condições para o cargo, nomeava-o Intendente Geral das Minas e Metais do Reino, ficando "(...) encarregado de dirigir, e administrar as Minas, e Fundições de Ferro de Figueiró dos Vinhos; e de propor [ao Príncipe Regente] todas as providencias, e regulamentos que [julgasse] necessarios para pôr em acção, o valor produtivo das mesmas Ferrarias. (...)".

José Bonifácio de Andrade e Silva deveria organizar e consolidar o ensino da cadeira de Metalurgia na Universidade de Coimbra durante seis anos, findos os quais deveria ocupar-se unicamente da Intendência Geral das Minas e Metais, ocupando-se particularmente das Ferrarias de Figueiró dos Vinhos, localizadas junto da Foz de Alge, bem como da abertura das minas de carvão de pedra.

No ano seguinte foi iniciada a reconstrução dos edifícios e foi contratado pessoal para os trabalhos. Entre 1807 e 1809 José Bonifácio de Andrade e Silva suspendeu as suas funções, devido às Invasões Francesas, tendo-se alistado no Corpo Voluntário Académico. Há, no entanto, registos de documentação durante esse período. A Fundição recuperou, depois o seu funcionamento normal, tendo atingido um bom nível técnico, de acordo com um relatório de 1837 do Barão de Eschwege, então Intendente Geral das Minas e Metais (segundo um estudo de António Arala Pinto, in "Indústria Portuguesa", 1947, referido no "Dicionário de História de Portugal").

As minas e a fundição estiveram em laboração até ao princípio do século XX.

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