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Município de Figueiró dos Vinhos reconhece apoio dos Bombeiros figueiroenses após Passagem da Tempestade Kristin

março 10, 2026

O executivo da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos deslocou-se, na passada sexta-feira, dia 6 de Março, ao Quartel dos Bombeiros para, num gesto simbólico, agradecer presencialmente a todos os elementos desta Associação, pelo papel preponderante que tiveram durante o período crítico da Tempestade Kristin.

A sede da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Figueiró dos Vinhos foi, durante cerca de 3 semanas, desde a ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil a 28 de Janeiro, o coração da operação e o Posto de Comando Municipal. Mais do que uma base de apoio, as instalações funcionaram como o centro nevrálgico de toda a estratégia de socorro, onde foram coordenadas as centenas de ocorrências que afetaram o território, desde quedas de árvores e estruturas até à complexa rede de apoio às populações isoladas.

O Presidente da Câmara Municipal, Carlos Lopes, destacou a importância de ter tido os bombeiros na linha da frente, não só na resposta operacional direta, mas na cedência da sua "casa" para centralizar as decisões, num momento muito difícil e extremamente frágil para toda a população do concelho. A pronta disponibilidade da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Figueiró dos Vinhos, em ceder o Quartel para este fim, foi o passo decisivo para que o concelho conseguisse responder rapidamente a um momento de catástrofe, onde foi preciso reagir, reunir e mobilizar equipas de diversas áreas de competência, como a prestação de socorro, logística e alojamento de emergência, desobstrução de vias, segurança pública, apoio social, comunicação interna e externa, avaliação técnica de infraestruturas, vigilância sanitária e reposição de serviços essenciais, entre outros.

Os bombeiros e a sua “casa” foram o pilar central, mas o sucesso da operação de recuperação e o regresso à normalidade deveram-se, fundamentalmente, à cooperação interinstitucional imediata e sem precedentes. Uma resposta ágil e o catalisador necessário que permitiu, ao Município e ao concelho, chegar ao momento atual, em que todas as energias podem ser focadas e canalizadas para a fase de reconstrução.

No encerramento desta fase de emergência, o Município volta a deixar um agradecimento extensivo a todas as autoridades nacionais, entidades do concelho e empresas locais que atuaram no terreno: Juntas de Freguesia; Centro de Saúde; GNR e UEPS (Unidade de Emergência de Proteção e Socorro); Sapadores Florestais; APIN; equipa local da E-Redes e outras equipas de Energia Elétrica; Operadores de Telecomunicações; Serviços Municipais de Proteção Civil; ANEPC; CIMRL; Exército e Forças Armadas Portuguesas.

Gratidão é a palavra que impera no momento e não pode deixar de lado, também, todos os que pelo país fizeram chegar a este território a sua generosidade e solidariedade, quer a nível de voluntariado, quer a nível de donativos: todas as empresas locais e nacionais, dos mais diversos setores de atuação; autarquias; particulares, grupos e associações; organizações humanitárias; organizações religiosas e não religiosas; IPSS; entidades de saúde; comunidades emigrantes; Comunicação social; entre tantos outros que preferiram permanecer no anonimato.

Simbolizando o fecho de um capítulo complexo e doloroso na história de Figueiró dos Vinhos, o agradecimento prestado no Quartel dos Bombeiros assinala, assim, o início de um novo ciclo de reconstrução. Um caminho exigente e moroso, percorrido por uma comunidade que provou ser inquebrável e que, perante a adversidade, soube unir esforços para proteger os seus.

 

 

 

O edifício dos “Paços do Concelho” foi construído entre 1874 e 1876, no local onde antes se erguia a Santa Casa da Misericórdia de Figueiró dos Vinhos e o Hospital dos Apóstolos.
Foi reconstruído em 1936, sendo a câmara presidida pelo Dr. Manuel Simões Barreiros, depois de ter sofrido um grande incêndio. Segue as regras da arquitetura portuguesa do início do século XX, de influência francesa, onde o ritmo elegante das suas janelas e sacadas lhe confere uma apreciável presença.
No interior possui painéis de azulejos de Jorge Colaço, reproduzindo paisagens do concelho, de grande qualidade artística. O salão nobre tem um trabalho de estuque no teto, de inspiração barroca e o mobiliário original, de estilo renascença.
Localizado no “rossio” da vila, para onde convergem todas as ruas. Nesta praça, o edifício seiscentista do Solar do Capitão Manuel Godinho e Sá conserva a estrutura original, de qualidade arquitetónica, com o brasão do seu proprietário na fachada.
Em frente ao edifício da câmara, existiu a Torre dos Vasconcelos e Sousa, de planta quadrangular, de pedraria, que no século XIX foi transformada em edifício do Correio e depois demolida, nos anos 60 do século XX, para dar lugar a um edifício bancário.

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