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Documentário: “Medidas Emergentes nas Áreas de Intervenção Prioritárias de Proteção dos Recursos Hídricos afetados por incêndios” – Projeto ALJIA (Ribeira de Alge)

outubro 25, 2019

A zona da Ribeira de Alge tem sido alvo de uma forte intervenção ao nível da reabilitação e requalificação dos seus ecossistemas ribeirinhos, através do protocolo “Medidas Emergentes nas Áreas de Intervenção Prioritárias de Proteção dos Recursos Hídricos afetados pelos incêndios de 17 a 24 de junho de 2017.

Este protocolo permitiu a concretização de medidas que minimizassem os efeitos dos incêndios de 17 de junho, em especial o risco de obstrução de linhas de água, os riscos de inundação e a afetação de captações de água superficial e de áreas de uso balnear, salvaguardando, assim, os ecossistemas ribeirinhos e a preservação do património natural.

O documentário que, agora, se apresenta, pretende demonstrar no tempo e no espaço, a obra levada a cabo nos últimos dois anos na zona da Ribeira de Alge e as profundas alterações daí resultantes, que terão, claramente, um impacto muito positivo não só no ambiente, mas também nos seus residentes e visitantes.

Estas intervenções, cujo montante de investimento é de cerca de 730 mil euros, foram integralmente financiadas pelo Estado Português através do Fundo Ambiental.

Media

O edifício dos “Paços do Concelho” foi construído entre 1874 e 1876, no local onde antes se erguia a Santa Casa da Misericórdia de Figueiró dos Vinhos e o Hospital dos Apóstolos.
Foi reconstruído em 1936, sendo a câmara presidida pelo Dr. Manuel Simões Barreiros, depois de ter sofrido um grande incêndio. Segue as regras da arquitetura portuguesa do início do século XX, de influência francesa, onde o ritmo elegante das suas janelas e sacadas lhe confere uma apreciável presença.
No interior possui painéis de azulejos de Jorge Colaço, reproduzindo paisagens do concelho, de grande qualidade artística. O salão nobre tem um trabalho de estuque no teto, de inspiração barroca e o mobiliário original, de estilo renascença.
Localizado no “rossio” da vila, para onde convergem todas as ruas. Nesta praça, o edifício seiscentista do Solar do Capitão Manuel Godinho e Sá conserva a estrutura original, de qualidade arquitetónica, com o brasão do seu proprietário na fachada.
Em frente ao edifício da câmara, existiu a Torre dos Vasconcelos e Sousa, de planta quadrangular, de pedraria, que no século XIX foi transformada em edifício do Correio e depois demolida, nos anos 60 do século XX, para dar lugar a um edifício bancário.

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