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Em 2021, o IMI desce para o valor mínimo legal permitido, o IRS volta a baixar dos 5 % para os 4% e todas as empresas isentas de Derrama

novembro 11, 2020

O Município deliberou, em Reunião de Câmara desta quarta-feira, 11 de novembro, aprovar a proposta apresentada pelo Presidente da Câmara, para uma nova descida no valor do IMI para 0,30 %, atingindo desta forma o valor mais baixo de sempre e o mínimo legal permitido. É de realçar que desde 2014, o IMI tem vindo gradualmente a baixar, traduzindo-se numa poupança considerável para os contribuintes detentores de imóveis, e numa redução muito significativa da carga fiscal.

A redução deste imposto, atinge assim a taxa mínima legalmente permitida e reflete uma redução superior a 25 % face aos valores de 2014.

Consequentemente foi aprovada, também, a redução do IMI Familiar (deduções de 20 €, 40 € e 70 € para agregados familiares com 1, 2 e 3 ou mais dependentes a cargo, respetivamente).

No que concerne à taxa de IRS em 2021, volta a baixar para os 4 %. A proposta hoje aprovada estabelece, desta forma, em 4% a taxa de participação variável no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal no concelho, o que na prática significa uma devolução aos Figueiroenses, de 20% da taxa de participação variável do IRS.

Nesta mesma reunião, foi deliberado isentar de derrama todas as empresas, como forma de incentivo e apoio ao tecido empresarial instalado bem como para a promoção de captação de futuros investimentos.

A decisão de redução destes impostos, é uma medida acertada e constitui um apoio significativo às famílias e às empresas, reduzindo a Câmara Municipal, dentro das restrições a que está obrigada, a carga fiscal sobre os Figueiroenses nomeadamente às famílias com dependentes a cargo.

 

O edifício dos “Paços do Concelho” foi construído entre 1874 e 1876, no local onde antes se erguia a Santa Casa da Misericórdia de Figueiró dos Vinhos e o Hospital dos Apóstolos.
Foi reconstruído em 1936, sendo a câmara presidida pelo Dr. Manuel Simões Barreiros, depois de ter sofrido um grande incêndio. Segue as regras da arquitetura portuguesa do início do século XX, de influência francesa, onde o ritmo elegante das suas janelas e sacadas lhe confere uma apreciável presença.
No interior possui painéis de azulejos de Jorge Colaço, reproduzindo paisagens do concelho, de grande qualidade artística. O salão nobre tem um trabalho de estuque no teto, de inspiração barroca e o mobiliário original, de estilo renascença.
Localizado no “rossio” da vila, para onde convergem todas as ruas. Nesta praça, o edifício seiscentista do Solar do Capitão Manuel Godinho e Sá conserva a estrutura original, de qualidade arquitetónica, com o brasão do seu proprietário na fachada.
Em frente ao edifício da câmara, existiu a Torre dos Vasconcelos e Sousa, de planta quadrangular, de pedraria, que no século XIX foi transformada em edifício do Correio e depois demolida, nos anos 60 do século XX, para dar lugar a um edifício bancário.

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