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Risco de cheias e inundações – Medidas preventivas e de autoproteção

fevereiro 05, 2026

1. SITUAÇÃO

A precipitação registada em Portugal Continental nos últimos dias, aliada às descargas efetuadas pelas barragens espanholas, originou um aumento significativo dos caudais na maioria das bacias hidrográficas. Com base na informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), destaca-se, em particular para a Bacia do Tejo, nas próximas 48 horas, os seguintes aspetos:

Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida significativa. Estes valores aproximam-se dos caudais de ponta associados a um período de retorno de 20 anos, prevendo-se, por isso, afetações significativas a jusante.

Tejo (Zêzere): Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;
Tejo (Nabão): Os caudais vão manter-se elevados;
Sorraia: Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida significativa.

Para as restantes bacias hidrográficas saliente-se:
− Minho: Os caudais vão manter-se elevados;
− Lima: Os caudais vão manter-se elevados com tendência de subida;
− Cávado: Os caudais vão manter-se elevados;
− Douro: Os caudais no rio Douro vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Vouga: Poderá ocorrer uma subida de caudais, com tendência de subida;
− Vouga (Águeda): Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Mondego: Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Lis: Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Sado: Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Guadiana: Os caudais elevados, com efeitos em Mértola e outras localidades a jusante;
− Ribeiras do Arade: Caudais elevados;
− Ribeiras do Algarve: Poderá ocorrer uma subida significativa de caudais.


Informação hidrológica em https://apambiente.pt 

 

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

A precipitação intensa registada nos últimos dias provocou a subida dos caudais dos rios, prevendo-se que se mantenham elevados nos próximos dias. A continuação da
precipitação aumenta o risco de inundações e cheias, risco agravado pelas descargas das barragens espanholas, sendo expectável:

– A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;
– A ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento;
– Solos saturados, o que resultará numa descida lenta da água que, neste momento, afeta as vias rodoviárias;
– A instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal;
– Piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água;
– Interdição de algumas de algumas vias rodoviárias por submersão;
– Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de cheias e inundações, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública.

 

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:

– Garanta a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento
das águas;
– Evite qualquer tipo de atividade próxima de linhas de água, em especial nas zonas com histórico de inundações;
– Evite o estacionamento de veículos em zonas historicamente inundáveis;
– Não atravesse zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou veículos para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
– Retire das zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e/ou outros bens para locais seguros;
– Restrinja ao máximo possível os movimentos de veículos e pessoas apeadas nas áreas potencialmente afetadas por cheias;
– Garanta uma adequada fixação de estruturas soltas que possam ser arrastadas pela água (andaimes, placards, estruturas suspensas);
– Tenha especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas próximas de linhas de água, devido ao risco de queda de ramos e/ou árvores arrastados pelas águas;
– Esteja atento às informações da meteorologia, da Agência Portuguesa do Ambiente e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

 

 

 

LINKS RELACIONADOS

URL: https://aldeiasdoxisto.pt/percurso/2726

Percursos Aldeias do Xisto (Centro de BTT da Ferraria de São João – Penela). Infraestrutura desportiva permanente, constituída por redes de trilhos para a prática de BTT e locais de acolhimento dotados de equipamentos dedicados exclusivamente aos praticantes de BTT de lazer. Na Aldeia da Ferraria de São João, no Concelho de Penela, existem alguns percursos que passam por Figueiró dos Vinhos.

Por outro lado, a beleza das paisagens convida à exploração. Aventure-se nas estradas municipais, excelentes para a prática do cicloturismo.

 

 

FERRARIA DE SÃO JOÃO PENELA >> CAMPELO FIGUEIRÓ DOS VINHOS

Após a cumeada da Serra da Lousã, em altitudes entre os 800 m e 900 m, descemos vertiginosamente para a Aldeia de Alge e atravessamos Campelo. A partir daqui o percurso sobe, exigentemente.
Prepare-se para declives até 30%!

Distância 48 km

Dificuldade Muito difícil 

 

 

FERRARIA DE SÃO JOÃO PENELA >> CASAL DE SÃO SIMÃO  FIGUEIRÓ DOS VINHOS

Inicia-se na Aldeia do Xisto da Ferraria de São João e sobe ao São João do Deserto, tomando a cumeada da Serra da Lousã, passa por dentro da Aldeia do Xisto de Gondramaz, cruzando também os trilhos de downhill lá existentes. Continua pela cumeada, desce às Praias Fluviais de Ana de Aviz e Fragas de São Simão. Na parte final, maioritariamente a subir, passa pela Aldeia do Xisto de Casal de São Simão.

Distância 75 km
Dificuldade Difícil 

 

 

FERRARIA DE SÃO JOÃO PENELA >> CERCAL  FIGUEIRÓ DOS VINHOS

O percurso em “8” passando ao km 8,3 pelo Centro de BTT da Ferraria de São João. O início segue o vale da Ribeira das Ferrarias, passa pela Aldeia do Cercal e desce para a cénica Aldeia do Favacal. Sobe contornando as Fragas da Lagoa com belas vistas sobre o vale encaixado da Ribeira do Farelo. Na segunda parte do percurso, “conquista” o alto panorâmico da Capela de São João do Deserto e passa pela Tarrasteira e sua capela.

Distância 20 km
Dificuldade Fácil

 

 

 

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